quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A despedida de uma Libertadores!


O dia pode começar de todas as formas possíveis que você nunca saberá como ele irá terminar. Pode começar bem, como uma ligação de alguém especial, de um trabalho especial, enfim...pode começar acordando atrasado para ir ao trabalho. O dia pode começar e logo acabar a energia em sua residência, mas pode acabar a noite depois de um belo resultado de futebol.

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
(Daí surgia o primeiro gol)
(O alarido tomava conta da capital)
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
(A surpresa do já "sabido" de todos)
(Olhos arregalados, cabeças a coçar)
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos dez-se a última chama
(Já era conter o pranto a muito contido)
(As emoções ficam pelo avesso)
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
(Subia na mente mais uma vez: Se...)
(E todo riso era agora choro; saía o segundo gol)
De repente, não mais que de repente
(Tudo se repetia...Eu nunca vou te abandonar!)
Fez-se de triste o que se fez amante
(O sonho de Libertadores virou tradição...sonho)
E de sozinho o que se fez contente
(Era cada um FIEL ao seu sofrimento, se isolavam)
Fez-se do amigo próximo o distante
(A nação era agora, cada um, um corpo ilhado)
Fez-se da vida uma aventura errante
(Continuaria a não navegar pelos mares nunca d´antes navegados)
De repente, não mais que de repente.
(Como uma comédia romântica inversa, fez-se da alegria o pranto)

O dia reserva surpresas, maravilhas, alegrias de uns, tristezas de outros. Há coisas que não nasceram uma para a outra, deve-se compreender isso, não se pode querer atravessar o oceano a nado.

"Tudo em ti era uma ausência que se demorava:
Uma despedida pronta a se cumprir."





quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Na falta do que fazer, nunca me faltou coragem.


Partiu, não olhou pra trás, não quis saber do ia ficar, não arrumou as malas e nem tampouco levou mágoas, simplesmente cumpriu o que havia falado. Uma decisão tomada não é um rascunho.
Entre idas e vindas da outra parte, se manteve firme e se avisou que a sua decisão seria definitiva. A razão deve ser usada independente de que tipo de relação está se tratando, tudo tem sua graça, até as revira-voltas que ocorrem ao desdém de sentimentos alheios. Sim tem graça, um lado motivacional e nada além...
Agir com emoção é algo do qual se fala constantemente, porém, a emoção de não se emocionar, de deixar de lado o coração e agir mais com a razão torna as pessoas mais coisas se visto com o "coração". Razão não é sinônimo de falta de emoção, é sim ponderação entre ambos é um equilíbrio necessário para amenizar o sofrimento humano. Ele vivia seus dias como se fossem rascunhos do mês, os meses rascunhos do ano e os anos como rascunhos da vida. Vai se programando os dias que virão, desenhando cada ação a ser tomada, como quem escreve a redação a lápis para depois passá-la a limpo. Sempre escrita na cor azul, por isso quando as contas passam o ano no vermelho é o sinal que fomos reprovados na redação da vida real, pelo menos no campo financeiro. Toda decisão deve "meticulosamente" pensada, deve-se analisar todas as possibilidades e chegar a um senso comum com as idéias que regem a sua filosofia de vida, o circulo em que está envolvida a decisão a ser tomada. Todos os ciclos devem ser fechados.
Quando a razão e a emoção não chegam a um senso, e se está em conflito interno deve-se sempre ter a paciência de continuar a analisar as possibilidades, decisões na vida pessoal não são como uma definição de quem vai cobrar o pênalti.

De tanto esperar, me chega o desejado
Dúvidas podem sucumbir-me, tentar
Uma decisão, nela não se pode "titumbiar"
O medo deixa-me mais encorajado

O ser ocupa-me todo o tempo acordado
Se durmo é só um pestanejar
À sua lembrança me coloco a dedicar
Dias viram anos pelo tão esperado

A timidez aqui tem se balbuciado
A emoção o ensejo em se revelar
Tudo é certeza, não há o que duvidar

Basta o coração por ti acelerado
Incerteza, a razão me fez superar
A muito esperei para se concretizar


Não tive como fazer em rascunhos, nem tomar as decisões para depois pensá-las, tive tempo pra todo tipo de mecanismos para afastar as dúvidas, elas se extinguiram. Toda atitude deve ser pensada. Uma decisão não é um rascunho.






terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Saldo de #Natal!

Bem o feriado de #Natal foi tranqüilo, trabalhar na véspera, sair as 18hs, ficar no posto do lado da loja até as 21hs bebendo e trocando idéia enquanto a família reunida em minha casa e eu nem sabia disso...hehe, todo mundo ligando pra eu ir pra casa.
Em casa família, comida, eu já bem loko de breja e Ice, amigos e mais brejas... duas da matina, só nós né, saímos de rolê por Diadema(que pra variar não tinha nada), aí voltamos pra Sampa e fomos numa baladinha(diiivagar), nunca vi tanto homem juntos num lugar só, não demoramos nem 5 minutos e saímos de novo(só pra gastar mesmo) e voltamos pra minha casa com os amigos, afinal, breja por breja, se bebe em casa mesmo. Encostei no sofá e dormi pra variar...hehe(já tava marcado pra descer pra praia no outro dia).
No outro dia teve uns movimentos aqui na rua pra meninada, rua fechada, e nós com mais breja né, fazer o que...breja aqui em casa e na casa dum pessoal ali na rua da frente(mais churrasco), ou seja, animação o dia todo...a noite umas 19hs Brown desceu com uns amigos dele e logo depois eu fui com outra turma...
AS 22hs estava nós na praia, aí amigos, só farra e breja e tudo mais...só não encontramos Brown e o resto da galera, o Zé tava com o celular descarregado e não tinha o número de mais ninguém...hehe...3 da manhã pro carro dormir(osso, que desconforto)...
As 6:30, por aí, já ia a tropa pelas calçadas atrás de café...as 7:30hs já no mar e brejas...o dia foi de muito mar, surf, brejas, camarão...a noite "voltemuu"...
Um pequeno imprevisto, e um logo atraso na volta, por causa de um problema no carro, vai achar um mecânico naquele lugar, só pra arrumar uma válvula pra ligar a ventoinha pra não esquentar o motor, mas eis que apareceu o cara, Jorge, arrumou tudo e voltamos, num trânsito típico, e chegamos aqui umas 21;45hs +ou-, e ainda tinha um rolê pra fazer, mas tomei banho deitei no sofá e acordei as 3 da manhã e fui pra lençois..hehe
O saldo é positivo, pois não tive ressaca...ah, o espírito natalino tomou conta da tropa, ou melhor, e a real, o espírito de feriado, afinal, ninguém lembrou o significado do #Natal(em tempos modernos, é venda e feriado),mas também, ninguém sabe mesmo na tropa(sincero).
Na segunda o #Natal já é coisa do ano passado...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Vida, #doce #vida!

Não para de aparecer notícias sobre assassinatos, de todos os tipos possíveis e impossíveis. Na aula de história em que se aprendia sobre os antepassados, sobre as guerras em que pareciam ser só história de livros, que jamais se viveria para ver algo parecido em tempos modernos, onde o homem é um ser totalmente racional, mera ilusão. A ilusão de acreditar de o século XXI, seria de tempos jamais imaginados, com o avanço da tecnologia para o bem da humanidade, porém, essa mesma tecnologia também pára o bem da humanidade, o ser humano. As coisas evoluíram e acontecem em proporções maiores, transmitidas em tempo real para o mundo inteiro, coisas que tiram pessoas do anonimato, que levam a fama, que denunciam, coisas que não passam desapercebidas. Os medievais tinham a honra para manter, existiam os duelos entre os guerreiros, onde se mantinham a honra da família entre outras coisas, porém, era olho no olho, as vantagens eram o vigor físico, a habilidade com a espada, não se matava pelas costas, isso uma certa ilusão de sensatez, de respeito.
No mundo moderno, o homem mata pelas costas, em emboscadas e tantos outras "trairagens". No mundo moderno se mata por um real, por um cigarro, por religião, por terreno e por muitos outros motivos de tamanha importância. Talvez a internet, o carro, a moto, o vídeo-game, o cigarro tenham adquirido valor maior nas relações humanas do que o simples abraço, aperto de mão, seria uma preparação para a relação do futuro, entre homens e máquinas, uma relação tratada com muito mais afinco. Nos tempos modernos passa-se mais tempo em frente ao computador do que qualquer outra coisa, já não existem mais o freqüentadores de banquinhos de praças, já não há praças, praças são sinônimo de decadência, onde se encontra a pobreza, os pedintes, os usuários e os raros que acreditam na magia que uma conversa de banquinho de praça pode trazer e que nem mil gigabytes conseguem trazer e nem imagens 3d conseguem demonstrar. No século XXI, não precisa estudar as guerras do passado, entender os desbravamentos, conhecer sobre os povos, lê a pré-história para entender o presente, afinal o presente é na verdade algo que ninguém deseja ganhar de Natal, nem de aniversário. Guerras acontecem e são transmitidas em tempo real, não precisa de livros e sim de televisão, é necessário apenas sair de casa para aprender o que é o homem moderno, a guerra acontece do outro lado da rua, na fila do ônibus, no trânsito, no trabalho e em tudo que rodeia o homem.
O homem do século XXI é a máquina de engenharia perfeita que não consegue funcionar nem automaticamente e nem manualmente, o mundo moderno se humanizou e o homem moderno se mecanizou e o fruto dessa relação; A #vida #banalizou.
Humanização!