quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Beija-Flor

Coisas acontecem e mudam os planos, os planos mudam quando certas coisas acontecem.

Em te ver, senti o que não consigo explicar
A tua presença acelera meus batimentos
Na defensiva vivia, enganar tentei os sentimentos
Por mais distante, o pensamento ia te buscar

Emoções adormecidas, por ti se fez acordar
De toda razão, necessidade já não há intentos
Um sorriso, despiu-me de ressentimentos
Os sonhos guardados se fez projetar

Vivo ensaiando frases para anunciar
Pra quê receios, só nos levam  aos lamentos
O que se travou, você fez todos os destravamentos
Quero dizer o que sinto, mas só poucas palavras há a balbuciar.

sábado, 9 de julho de 2011

A Fusão: Férias-Falta de dinheiro.

Acordo mais um dia, depois das 10 da manhã, afinal, férias são pra essas coisas. Depois do café começo a pensar em como conseguir ficar rico, ganhar muito dinheiro, bem, seria fácil se os bancos nos emprestassem dinheiro a juros mais baixos que o juros que eles nos dão nos investimentos de renda fixa, CDI, entre outros. Se o BNDES você tão generoso conosco, cidadãos desprovitos de fundos tão elevados, assim como é para os já milionários, magnatas. Feliz daqueles que já o são de fato.
O banco as vezes não te empresta dinheiro porque não vê rentabilidade no seu investimento, e não há garantia de retorno. Mas o nosso banco agora como em outros tempos, irá gastar o nosso dinheiro em um investimento valoroso para o amissíssimo Abilio, fato não inédito nem a Abilio e nem nas operações dessa instituição, iremos gastar aluguns milhões, ou melhor, Bilhões, só uns R$4,5 BI. E o Abilio que já derrubou familiares pra não perder o poder no grupo Pão de Açúcar, agora tentar burlar o acordo feito com o grupo Casino, em que os seus sócios assumir o controle do grupo CBD, e o seu Abilio perder a sua cadeira. O carrefour que teve suas contas negativas no Brasil quer  vender suas operações aqui no país, bem até aí normal, agora o que o BNDES tem haver com isso, não é um negócio social, foge da política do banco. Abilio que quando estava quebrado foi "socorrido" pelo grupo francês Casino, agora que burlar o contrato em que o grupo francês teria o controle do Pão de Açúcar no próximo ano, e para isto recorre agora a um outro grupo francês e concorrente do Casino, o Carrefour, que passaria a ter 50% do controle dessa nova empresa, em um negócio que se diz tão lucrativo, o governo é quem tem que financiar, o Carrefour ano passado teve um rombo de mais de um BI em suas operações aqui no Brasil, aonde está a rentabilidade desse negócio? Bem num país em que empresas são financiadas e multiplicam suas riquezas em tão pouco tempo, com contratos com o governo, não dá pra saber o irá acontecer, sem contar que nessa operação há o envolvimento do Palocci, o maior consultor desse país.
A Projeto faturou 10 milhões entre novembro e dezembro, depois da eleição da Dilma em que o Palocci esteve envolvido, mas tudo por acaso.
A Gamecorp que acumulava prejuízos de R$8,7 milhões e dívidas de R$ 5milhões e mesmo assim não parava de receber investimentos da Telemar "OI", que depois de uma decisão de governo passou a ter a OI como seu maior cliente, mais uma negociação com dinheiro do BNDES, e o Lulinha, sócio da Gamecorp, também por acaso. Em 2009 a Gamecorp recebeu só R$ 3,6 milhões da OI, ah, em 2002 o Lulinha e o Luis Claúdio eram só estagiários, aí depois disso, houve umas revira-voltas na vida dos dois.
A Forma Construções, que depois de dois anos da sua criação com um capital de R$60 mil, já somava uns trocados em torno dos R$50 milhões, um pequeno crescimento de 86.500%. Como os filhos dos políticos sabem multiplicar seus patrimônios, ah ele recebeu só R$ 450 mil da SC Carvalho Transportes e Construções beneficiária de recursos do Ministério dos Transportes, num negócio bebuloso e que está sob investigação, além de receber mais uns R$3 milhões do Fundo da Marinha Mercante em negócios rentáveis, fundo também administrado pelo Ministério dos Transporte, isto em 2007, e em 2008 mais uns R$4,2 milhões, e por acaso o ministro dos Transporte era Alfredo Nascimento, que por acaso é pai do Gustavo Morais Pereira, que por acaso é dono da Forma Construções.
Bem, como meu desenvolvimento ainda não é beneficiado pelo BNDES, eu fiquei aqui lendo e cheguei a conclusão que, mesmo não recebendo dinheiro do BNDES, vou colocar meu Corpo em frente ao Game, da Forma ao meu time na liga, fazendo as Contruções dos dias das minha férias conforme o meu Projeto de férias. Sem incentivos fiscais.

sábado, 21 de maio de 2011

Dos primórdios até hoje em dia...a tolice da pureza!


Da época das aulas de História, dos tempos bons, em que ficava a imaginar aquelas guerras dos livros, e que chegava a pensar, no auge da inocência, que aquelas guerras podiam nem ter acontecido, talvez fosse só história, e isso justificasse o nome da matéria. Lá nos confins do interior da Bahia, regado de muito sol e na companhia de muita poeira, me sentia agraciado por não ter vivido época das guerras, que era somente coisa dos livros. Um trabalho de escola, um debate...
Enquanto houver homens que acreditem numa nação "étnica-pura", uma só religião, haverá guerra, enquanto houver guerra não existirá a paz. No Oriente Médio onde se faz da fé escudo para a execução da barbárie, enquanto se usar do terror como meditas anti-terroristas, os conflitos ão de se perpetuar. Um país que tenta, não dominar o outro, o seu povo, seu território, seu petróleo, não colonizar, mas tenta exterminar uma raça, pois só a humilhação não é o suficiente, então, se destroem casas, centros culturais, estradas, derrubam todas as árvores possíveis, corta-se o fornecimento de energia, a agua, desumanizam um povo e o mundo assiste aos episódios midiáticos. Israel tentar eliminar os palestinos, uma espécie de Holocausto, os EUA uma vez com George W. Bush, apoiara Sharon afim do petróleo barato, para isso inventaram conspirações, bombas químicas, terrorismo, e usam da velha máxima popular, "o ataque é a melhor defesa", e se dão carta branca. Eis que o Barack Obama surge com mais uma novidade na diplomacia americana, em seu último discurso. Todavia, sozinha, a posição de princípio não muda muita coisa, contudo, o presidente americano pode até querer um dia apostar no diálogo entre palestinos e israelenses, mas sabe que, a um ano e meio das , eleições, não é este o momento certo para pressionar Israel, sob o risco de perder votos decisivos, afinal, seu momento político não é lá dos melhores apesar do caso Bin Laden, porém, foi o reconhecimento da urgência de duas questões específicas do conflito: o status final de Jerusalém e o direito de retorno dos refugiados palestinos, o que mais chama atenção, coisa impensável na era Bush. Palestinos, humilhados, encurralados, se enxergam sem saída, e aí está o "perigo", a extensão dos conflitos, pois como já dizia Sun Tzu "-Quando o inimigo estiver sem saída, lhes dêem uma saída, ou então, perderá milhares dos seus com a resistência". Como escreveu Otávio Paz: "Num mundo fechado e sem saída, no qual tudo está morto, a única coisa que vale é a morte"... e ão de multiplicar os mártires. De um lado, a Fundação violenta do Estado de Israel, e do outro, o terrorismo...ambos agem erroneamente, o diálogo parece não caber neste roteiro.
Que os estadistas, governantes, diplomatas, que encontrem um caminho, leve à soberania a todos os povos. pois se não. até quando poderemos nos chamarmos de "nos?". Usem da razão e sigam o coração, a lembrar: "O coração, que estará sempre do lado da vida, ele nos diz que é melhor viver e viver juntos ainda que separados, do que morrer um pela mão do outro no ódio.*" Com uma atitude simples, como pedia Bob Marley, "Se todos se derem as mãos, quem sacará as armas?"..., o mundo seria abraçado, e eu tão somente veria esses assuntos em trabalhos e debates escolares.


*Un très proche Oriente, Paroles de Paux.
Imagem 1 do site pyndorama.com
Imagem 2 do site blig.ig.com.br/geomarcelocoelho

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Colonizado, mas Chique!




Metrô aqui!
Muito se critica da colonização do Brasil pelos portugueses, dizem ser o motivo de tanto atraso, mas como colonizador, os portugueses trouxeram progresso ao país(colônia), apesar dos motivos da vinda da corte portuguesa para o Brasil não ter sido, assim por dizer, uma busca de progresso para a colônia. Bem...governos quando querem tomar conta de um país, nação, logo tentam dominar a imprensa e todo tipo de mídia, é um meio mais fácil de passar uma imagem surreal dos fatos, afim simplesmente de manipular as informações, não que seja necessário mentir, porém a omissão dos fatos já são suficientes. Logo vem a imposição de cultura, religião, e a língua como meio de colonizar que passa despercebido e exerce grande poder e influência, e que geralmente penetra numa sociedade sem que a mesma perceba e esta nem se vê como tal. Se há uma resistência no colonizado, há também uma admiração. Assim como no Brasil-colônia, em que os burgueses admiravam os portugueses(europeus), e desejavam tudo que de lá vinham, e de tudo faziam para ter reconhecimento da elite européia e poder usar suas falas, roupas e se sentirem mais importantes, o que hoje acontece ainda, mas muito mais com os americanos, e muito se critica os americanos por quererem dominar o mundo, por impor seus ideais onde quer que seja, porém, o que mais se vê, são pessoas da elite brasileira fazendo de um tudo para receber elogios de americanos e mais que a elite, a população querendo falar a língua americana(tudo bem que seja a língua "universal")(falar inglês é mais que globalização, trás status), todavia, ainda não aprenderam nem o português brasileiro e o que é pior desprezam a língua mãe. Deveriam copiar dos americanos o patriotismo, pois isso é o que faz deles o império que são. Não incomum é ver em lojas, shoppings...anúncios do tipo; "sale, 50% off, outlet, etc...", liquidação é para o pobre. Os americanos colonizam as mentes nacionais através da língua, e o povo do século XXI, assim como no tempo da colônia acha chique ser colonizado só não se admite como tal. E esse colonialismo vive tão impregnado no modo de ser, agir e pensar, que só se quer o que não tem, o que é do próximo, o que não se pode ter, o status continua a ser o desejo maior das "civilizações", como fora na época de Dom João(Luís, Nero, FHC, Dilma...). Deste modo os milionários vão colonizando os ricos que por sua vez vão colonizando as "classes médias"(classe da moda entre os pobres do país, objeto de desejo) e essas vão colonizando os pobres. Não faço campanha ao Xenofobismo que vez ou outra fica em "moda", pelo contrário o repudio, afinal, o estrangeirismo trás muitos benefícios, o problema não é a admiração ao estrangeiro e sim a falta de admiração com o vernáculo e a pátria mãe(pelo menos respeito). O ser colonizado está mais explícito em nossas atitudes do que imaginamos, assim andar de metrô em Nova Iorque ou Londres é chique, já no Brasil...(Brasileiro no metrô de Londres é "gente elitizada", no metrô do Brasil #gente diferenciada").

Metrô lá!