Acordo mais um dia, depois das 10 da manhã, afinal, férias são pra essas coisas. Depois do café começo a pensar em como conseguir ficar rico, ganhar muito dinheiro, bem, seria fácil se os bancos nos emprestassem dinheiro a juros mais baixos que o juros que eles nos dão nos investimentos de renda fixa, CDI, entre outros. Se o BNDES você tão generoso conosco, cidadãos desprovitos de fundos tão elevados, assim como é para os já milionários, magnatas. Feliz daqueles que já o são de fato.
O banco as vezes não te empresta dinheiro porque não vê rentabilidade no seu investimento, e não há garantia de retorno. Mas o nosso banco agora como em outros tempos, irá gastar o nosso dinheiro em um investimento valoroso para o amissíssimo Abilio, fato não inédito nem a Abilio e nem nas operações dessa instituição, iremos gastar aluguns milhões, ou melhor, Bilhões, só uns R$4,5 BI. E o Abilio que já derrubou familiares pra não perder o poder no grupo Pão de Açúcar, agora tentar burlar o acordo feito com o grupo Casino, em que os seus sócios assumir o controle do grupo CBD, e o seu Abilio perder a sua cadeira. O carrefour que teve suas contas negativas no Brasil quer vender suas operações aqui no país, bem até aí normal, agora o que o BNDES tem haver com isso, não é um negócio social, foge da política do banco. Abilio que quando estava quebrado foi "socorrido" pelo grupo francês Casino, agora que burlar o contrato em que o grupo francês teria o controle do Pão de Açúcar no próximo ano, e para isto recorre agora a um outro grupo francês e concorrente do Casino, o Carrefour, que passaria a ter 50% do controle dessa nova empresa, em um negócio que se diz tão lucrativo, o governo é quem tem que financiar, o Carrefour ano passado teve um rombo de mais de um BI em suas operações aqui no Brasil, aonde está a rentabilidade desse negócio? Bem num país em que empresas são financiadas e multiplicam suas riquezas em tão pouco tempo, com contratos com o governo, não dá pra saber o irá acontecer, sem contar que nessa operação há o envolvimento do Palocci, o maior consultor desse país.
A Projeto faturou 10 milhões entre novembro e dezembro, depois da eleição da Dilma em que o Palocci esteve envolvido, mas tudo por acaso.
A Gamecorp que acumulava prejuízos de R$8,7 milhões e dívidas de R$ 5milhões e mesmo assim não parava de receber investimentos da Telemar "OI", que depois de uma decisão de governo passou a ter a OI como seu maior cliente, mais uma negociação com dinheiro do BNDES, e o Lulinha, sócio da Gamecorp, também por acaso. Em 2009 a Gamecorp recebeu só R$ 3,6 milhões da OI, ah, em 2002 o Lulinha e o Luis Claúdio eram só estagiários, aí depois disso, houve umas revira-voltas na vida dos dois.
A Forma Construções, que depois de dois anos da sua criação com um capital de R$60 mil, já somava uns trocados em torno dos R$50 milhões, um pequeno crescimento de 86.500%. Como os filhos dos políticos sabem multiplicar seus patrimônios, ah ele recebeu só R$ 450 mil da SC Carvalho Transportes e Construções beneficiária de recursos do Ministério dos Transportes, num negócio bebuloso e que está sob investigação, além de receber mais uns R$3 milhões do Fundo da Marinha Mercante em negócios rentáveis, fundo também administrado pelo Ministério dos Transporte, isto em 2007, e em 2008 mais uns R$4,2 milhões, e por acaso o ministro dos Transporte era Alfredo Nascimento, que por acaso é pai do Gustavo Morais Pereira, que por acaso é dono da Forma Construções.
Bem, como meu desenvolvimento ainda não é beneficiado pelo BNDES, eu fiquei aqui lendo e cheguei a conclusão que, mesmo não recebendo dinheiro do BNDES, vou colocar meu Corpo em frente ao Game, da Forma ao meu time na liga, fazendo as Contruções dos dias das minha férias conforme o meu Projeto de férias. Sem incentivos fiscais.
sábado, 9 de julho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Dos primórdios até hoje em dia...a tolice da pureza!
Da época das aulas de História, dos tempos bons, em que ficava a imaginar aquelas guerras dos livros, e que chegava a pensar, no auge da inocência, que aquelas guerras podiam nem ter acontecido, talvez fosse só história, e isso justificasse o nome da matéria. Lá nos confins do interior da Bahia, regado de muito sol e na companhia de muita poeira, me sentia agraciado por não ter vivido época das guerras, que era somente coisa dos livros. Um trabalho de escola, um debate...
Enquanto houver homens que acreditem numa nação "étnica-pura", uma só religião, haverá guerra, enquanto houver guerra não existirá a paz. No Oriente Médio onde se faz da fé escudo para a execução da barbárie, enquanto se usar do terror como meditas anti-terroristas, os conflitos ão de se perpetuar. Um país que tenta, não dominar o outro, o seu povo, seu território, seu petróleo, não colonizar, mas tenta exterminar uma raça, pois só a humilhação não é o suficiente, então, se destroem casas, centros culturais, estradas, derrubam todas as árvores possíveis, corta-se o fornecimento de energia, a agua, desumanizam um povo e o mundo assiste aos episódios midiáticos. Israel tentar eliminar os palestinos, uma espécie de Holocausto, os EUA uma vez com George W. Bush, apoiara Sharon afim do petróleo barato, para isso inventaram conspirações, bombas químicas, terrorismo, e usam da velha máxima popular, "o ataque é a melhor defesa", e se dão carta branca. Eis que o Barack Obama surge com mais uma novidade na diplomacia americana, em seu último discurso. Todavia, sozinha, a posição de princípio não muda muita coisa, contudo, o presidente americano pode até querer um dia apostar no diálogo entre palestinos e israelenses, mas sabe que, a um ano e meio das , eleições, não é este o momento certo para pressionar Israel, sob o risco de perder votos decisivos, afinal, seu momento político não é lá dos melhores apesar do caso Bin Laden, porém, foi o reconhecimento da urgência de duas questões específicas do conflito: o status final de Jerusalém e o direito de retorno dos refugiados palestinos, o que mais chama atenção, coisa impensável na era Bush. Palestinos, humilhados, encurralados, se enxergam sem saída, e aí está o "perigo", a extensão dos conflitos, pois como já dizia Sun Tzu "-Quando o inimigo estiver sem saída, lhes dêem uma saída, ou então, perderá milhares dos seus com a resistência". Como escreveu Otávio Paz: "Num mundo fechado e sem saída, no qual tudo está morto, a única coisa que vale é a morte"... e ão de multiplicar os mártires. De um lado, a Fundação violenta do Estado de Israel, e do outro, o terrorismo...ambos agem erroneamente, o diálogo parece não caber neste roteiro.
Que os estadistas, governantes, diplomatas, que encontrem um caminho, leve à soberania a todos os povos. pois se não. até quando poderemos nos chamarmos de "nos?". Usem da razão e sigam o coração, a lembrar: "O coração, que estará sempre do lado da vida, ele nos diz que é melhor viver e viver juntos ainda que separados, do que morrer um pela mão do outro no ódio.*" Com uma atitude simples, como pedia Bob Marley, "Se todos se derem as mãos, quem sacará as armas?"..., o mundo seria abraçado, e eu tão somente veria esses assuntos em trabalhos e debates escolares.
*Un très proche Oriente, Paroles de Paux.
Imagem 1 do site pyndorama.com
Imagem 2 do site blig.ig.com.br/geomarcelocoelho
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Colonizado, mas Chique!

Metrô aqui!
Muito se critica da colonização do Brasil pelos portugueses, dizem ser o motivo de tanto atraso, mas como colonizador, os portugueses trouxeram progresso ao país(colônia), apesar dos motivos da vinda da corte portuguesa para o Brasil não ter sido, assim por dizer, uma busca de progresso para a colônia. Bem...governos quando querem tomar conta de um país, nação, logo tentam dominar a imprensa e todo tipo de mídia, é um meio mais fácil de passar uma imagem surreal dos fatos, afim simplesmente de manipular as informações, não que seja necessário mentir, porém a omissão dos fatos já são suficientes. Logo vem a imposição de cultura, religião, e a língua como meio de colonizar que passa despercebido e exerce grande poder e influência, e que geralmente penetra numa sociedade sem que a mesma perceba e esta nem se vê como tal. Se há uma resistência no colonizado, há também uma admiração. Assim como no Brasil-colônia, em que os burgueses admiravam os portugueses(europeus), e desejavam tudo que de lá vinham, e de tudo faziam para ter reconhecimento da elite européia e poder usar suas falas, roupas e se sentirem mais importantes, o que hoje acontece ainda, mas muito mais com os americanos, e muito se critica os americanos por quererem dominar o mundo, por impor seus ideais onde quer que seja, porém, o que mais se vê, são pessoas da elite brasileira fazendo de um tudo para receber elogios de americanos e mais que a elite, a população querendo falar a língua americana(tudo bem que seja a língua "universal")(falar inglês é mais que globalização, trás status), todavia, ainda não aprenderam nem o português brasileiro e o que é pior desprezam a língua mãe. Deveriam copiar dos americanos o patriotismo, pois isso é o que faz deles o império que são. Não incomum é ver em lojas, shoppings...anúncios do tipo; "sale, 50% off, outlet, etc...", liquidação é para o pobre. Os americanos colonizam as mentes nacionais através da língua, e o povo do século XXI, assim como no tempo da colônia acha chique ser colonizado só não se admite como tal. E esse colonialismo vive tão impregnado no modo de ser, agir e pensar, que só se quer o que não tem, o que é do próximo, o que não se pode ter, o status continua a ser o desejo maior das "civilizações", como fora na época de Dom João(Luís, Nero, FHC, Dilma...). Deste modo os milionários vão colonizando os ricos que por sua vez vão colonizando as "classes médias"(classe da moda entre os pobres do país, objeto de desejo) e essas vão colonizando os pobres. Não faço campanha ao Xenofobismo que vez ou outra fica em "moda", pelo contrário o repudio, afinal, o estrangeirismo trás muitos benefícios, o problema não é a admiração ao estrangeiro e sim a falta de admiração com o vernáculo e a pátria mãe(pelo menos respeito). O ser colonizado está mais explícito em nossas atitudes do que imaginamos, assim andar de metrô em Nova Iorque ou Londres é chique, já no Brasil...(Brasileiro no metrô de Londres é "gente elitizada", no metrô do Brasil #gente diferenciada").
Metrô lá!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Para o momento faltou o Da Vinci!

Quando ali postado ao lado encostado no batente da porta da cozinha, a admirar a conversa de neto e avó, coisa rara para os nossos dias, a conversa ia de assuntos corriqueiros, desde novelas, a parentes, distantes e próximos, a animais e roça, e a fumaça continuava a sair do fogão à lenha e tomar conta da cozinha nos transportando ainda mais para o clima bucólico, coisa de interior e que tinha a graça da singularidade de cada caipira no modo de conter a fumaça, a bem dizer que ela ainda espantava os pernilongos visto que repelente ali era coisa de gramfino e que ali todos estavam distante dessa condição, porém, à mesa estava dois pães e um pedaço de bolo, e ali se aprenderia o dom da multiplicação, do trabalho em equipe e do respeito, coisas de culturas tão diferentes e vivenciadas em conjunto por assim dizer. O sol latejava no chão do quintal, e por entre as plantas ia fazendo a sua peneira por todo o terreno, pássaros nas gaiolas a cantarem, mais pela vontade de sair, poder voar de galho em galho, do que pelo sol visto de dentro das gaiolas, pois a graça aos olhos alheios era seu mais terrível sofrimento. Se vira o amigo a cortar o pão não fora por acaso, cada um em dois pedaços e o bolo em quatro, e a cada pedaço ia se dando o nome de cada morador daquela casa, de cada membro daquela família, situação unica, jamais presenciada no seu próprio lar, visto que cá em seus territórios haveria discussão até para buscar o pão ainda que fosse dois pra cada membro da sua família, a briga persistiria e aquele dia não mudaria o cotidiano em seu lar, porém...depois de partidos todos os pedaços e os nomes dados a todos, eis que ele pega o com o seu nome e o oferece um pedaço, e esse seria o pedaço do pedaço do pedaço do bolo, e se não aceitou não foi pelo pedaço e sim pelo que o deixara perplexo, coisa nunca vista, divisão tão bem executada e sem desavença, como aquilo fora possível, como aquilo acontecia entre humanos, parecia impossível de acreditar...uma espécie de que nem vendo acredito...ele saboreava o seu pedaço e insistia para que aceitasse pois estava muito bom, não aceitar era se pôr em seu lugar e entender que aquele tipo de respeito e cuidado ainda não lhe cabia, a saber que os de cá não o fariam daquela forma, alguém comeria um pão ou até os dois, o outro bolo e alguém ou uns dois ficariam a mercê da fome...não necessitava daquele pedaço de bolo, mas sim do aquele pedaço de bolo passara a representar em seus dias, e que o significado de família e amizade era muito além do que compreendia até aquele momento, e que a fartura está em atitudes de benevolência, e que lembrar dos outros não é só sentir saudades e sim cuidar em cada ato de "pouca importância", nunca não duvidar do óbvio...não transforma-se vinho em água, nem tampouco água em vinho...aprendera que um pedaço de bolo não mataria a fome de quatro pessoas, mas que cada pedaço daquele bolo tornaria cada um melhor que antes, que cada pedaço de pão naquela casa tornava o emprego da palavra família ali mais adequado do que em qualquer outro lugar em que estivera até aqueles dias, que para ser melhor não precisaria comprar todos os bolos do mundo ou todos os pães do planeta, vira que era preciso tão somente dividir, e que esta era mais acessível e menos tentador na inversão da multiplicação, e sem que lhe fosse dita uma palavra com tom de ensinamento, aquele - Quer um pedaço? mostrara mais que os olhos pudessem enxergar, que ele sairia dali com a sensação de aprendizagem saciada, e orgulho pelo amigo aumentado e por aquela família também, e ele com a fome amenizada pelo pedaço de bolo...pelo trago de pão molhado no café que por essas alturas exalava o seu cheiro por toda a casa e disputava na cozinha espaço com a fumaça, o pedaço de pão, pedaço de bolo, raios de sol que entravam pela janela e refletiam no fogão à lenha na busca pelo café, o cantar dos pássaros que invadiam com maior fervor a cozinha, um neto, uma avó, um amigo...que se ali fosse noite seria a grande ceia, senão fosse cético seria santa, que se casa não fosse estábulo seria...tudo ali constituia um quadro quase perfeito do que deveria ser o homem. Talvez nem Michelangelo e nem Da Vinci conseguisse imprimir o que ali se passava, talvez com um Silk Screen passasse a catarse da sua alma, talvez...dias raros!
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